‘The Elder Scrolls V: Skyrim’: quando os dragões ganham sentido
Dragões se tornaram uma ameaça fatal 200 anos após a primeira aventura e agora você vai precisar da ajuda de outros demônios alados na batalha
“The Elder Scrolls Oblivion” é considerado um dos games mais bem-feitos do gênero de RPG Ocidental. E um dos mais massivos. “Skyrim” é sua continuação direta (passa-se 200 anos após a aventura).
Mais do que perseverar no tema e nos atributos de “Oblivion”, o novo jogo marca a realização dos desígnios comentados por toda a franquia. Ora, durante toda a série, o tema nuclear é uma predição antiga, que profere o retorno de seres poderosos e de qualidades dantescas: os dragões. Especificamente, anuncia a volta de uma divindade dracônica, Alduim, chamado de o devorador de mundos.
Pois depois de algumas histórias, é nesta que “Elder Scrolls” traz ao mundo a antiga ameaça de forma bem palpável. Os dragões, segundo a produtora, estarão por todos os cantos, estribando cidades e dizimando a população – e precisarão ser abatidos do céu antes que uma luta (pouco justa) possa começar.
O protagonista, como último da linhagem dos Dragonborn, conta com alguns truques como desacelerar o tempo e convocar outros dragões para auxiliá-lo – estas são somente duas das habilidades já confirmadas em um arsenal de 20 tipos.
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